O que fazer em Amsterdam?

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Quem me conhece sabe que sou completamente apaixonada pela Holanda. Já tive a oportunidade de visitar diferentes cidades desse país maravilhoso, mas tenho de admitir que nenhuma delas se compara a Amsterdam.

Apesar de ser mundialmente conhecida por seus coffee shops, Amsterdam oferece muito mais do que isso. É um destino que agrada a todos, inclusive aos mais conservadores. Além de ser o centro da cultura holandesa, a capital é extremamente charmosa, repleta casinhas estreitas à beira dos famosos canais. 

Acredito que 3 dias sejam suficientes para conhecer bem a capital da Holanda. Dá até para ver praticamente tudo em menos tempo, mas eu, particularmente, acredito que uma cidade tão linda como Amsterdam mereça ser explorada com calma.

Agora vamos à grande pergunta: o que fazer em Amsterdam?

1 – Tirar muitas fotos à beira dos lindos canais da cidade. Na minha opinião, eles são o cenário perfeito para fotos. Sempre que vou a Amsterdam, aproveito para fazer meus cliques!

Também gosto de tirar fotos em frente às casinhas que enfeitam a capital neerlandesa:

 

2 – Passear com calma pelo centro de Amsterdam e apreciar a vista da cidade. Aproveite para visitar as várias lojinhas que ficam na região, comprar souvenirs (e queijos!) e tirar uma foto com os gigantes tamancos holandeses. Caminhe da Estação Central até o burburinho turístico sem a menor pressa e sinta a vibe descolada de Amsterdam!

 

3 – É no centro da cidade que estão as principais atrações turísticas, como a Dam Square. A praça, localizada no coração de Amsterdam, abriga o Palácio Real, erguido durante o século XVII, quando a capital holandesa estava no seu auge. É considerado a construção mais importante da Idade de Ouro dos Países Baixos e está aberto a visitação durante quase todo o ano. Para mais informações, basta acessar o site oficial.

A Praça Dam também abriga a gigante loja de departamentos de Bijenkorf, que pertence aos mesmos donos da famosa Selfridges de Londres, e o museu de cera Madame Tussauds.

 

4 – Explorar o moderno bairro Jordaan, que muitos consideram ser o melhor de Amsterdam. Concentra diversas ruazinhas repletas de lojinhas, brechós, cafés, bares e restaurantes. O grande destaque são as 9 Straatjes, nove pequenas ruas situadas bem no meio do cinturão dos canais, entre Singel e Prinsengracht. É o lugar perfeito para compras!

Por falar nisso, o famoso Anel de Canais de Amsterdam foi declarado Patrimônio Mundial da UNESCO. O Grachtengordel, como é chamado em holandês, é composto por 4 canais paralelos: Singel, Herengracht, Keizergracht e Prinsengracht.

 

5 – Visitar a Anne Frank Huis, que está situada em Jordaan. Trata-se da antiga casa que serviu de esconderijo para Anne Frank e sua família judia, durante a Segunda Guerra Mundial. Após mais de 2 anos vivendo enclausurados, os Frank foram descobertos e levados a um campo de concentração. Apenas o pai, Otto Frank, sobreviveu. Após sua morte, Anne ficou mundialmente conhecida por conta do diário que escreveu durante o tempo em que esteve escondida. Sempre há filas enormes para visitar a casa, então recomendo comprar ingressos com antecedência no site oficial do museu. Na minha opinião, essa é a atração mais interessante de Amsterdam.

Fonte: annefrank.org

 

6 – Passar pelo Red Light District (ou De Wallen, em holandês). A região é mundialmente conhecida pela prostituição legalizada. As mulheres ficam expostas em vitrines e, quando fecham as cortinas, significa que estão trabalhando. Atenção: nunca, em hipótese alguma, tire fotos das prostitutas!

Fonte: lonelyplanet.com

Ironicamente, no Distrito da Luz Vermelha, há duas igrejas: a Oude Kerk (Igreja Velha) e a Ons Lieve Heer op Solder, uma pequena igreja católica construída no sótão de uma casa. Durante a Reforma Protestante, os católicos ficaram impedidos de celebrar missas em público, então criaram igrejas clandestinas como a que está em De Wallen. Para mais informações, visite o site oficial.

Fonte: opsolder.nl

 

7 – Visitar a Museumplein, a famosa Praça dos Museus, onde estão o famoso letreiro “I AMsterdam” e alguns dos mais importantes museus da Holanda:

Rijksmuseum: é o museu nacional dos Países Baixos, dedicado a artes e história. Conta com uma interessante coleção de pinturas da Idade de Ouro holandesa, com obras de grandes artistas como Vermeer, Rembrandt e Van Gogh. É considerado o principal museu do país e está aberto todos os dias. É possível comprar ingressos no site oficial. Se você possui o I Amsterdam City Card (vale muito a pena comprar!), a entrada é grátis!

Van Gogh Museum: esse museu é dedicado a um dos mais famosos e influentes pintores da história. Possui a maior coleção de pinturas de Vincent Van Gogh em todo o mundo, além de trabalhos de seus contemporâneos. Não deixe de visitar a loja de souvenirs! Recomendo comprar ingressos no site oficial. A entrada é gratuita para quem possui o I Amsterdam City Card!

Stederlijk Museum: é o maior museu de arte moderna e contemporânea da Holanda. Abriga obras de artistas como Picasso, Monet, Chagall e Matisse. Os ingressos podem ser comprados no site oficial e custam €17,50.

Fonte: archdaily.com

Moco Museum: esse museu não é tão famoso quanto os que mencionei acima, mas vale muito a pena visitar, sobretudo por conta da exibição de obras do artista de rua britânico Banksy. Eu sou fã dele, então sou um pouco suspeita para falar. AMEI! Ingressos aqui.

 

8 – Passear pelo Vondelpark, o maior parque de Amsterdam. Fica a uma curta distância da Praça dos Museus.

 

9 – Explorar o bairro De Pijp, meu preferido! Por não ser cortado por canais, é diferente do centro de Amsterdam. Era um antigo reduto de imigrantes e da classe trabalhadora, mas foi transformado em um dos bairros mais descolados de toda a cidade, repleto de lojinhas, bares, restaurantes e cafés. Alguns dos melhores brunches da capital holandesa ficam em De Pijp, como mencionei nesse post. Não deixe de ir ao Bakers & Roasters!

Em De Pijp também está o Albert Cuyp Market, o principal mercado de rua da cidade, sobre o qual falamos nesse post. Fizemos, inclusive, um vídeo com a Gringa Brasileira, que mora na Holanda desde pequena.

A principal atração do bairro, no entanto, é o Heineken Experience, o museu dedicado à cerveja mais famosa da Holanda. Mesmo quem não gosta de cerveja deve fazer o tour interativo pela antiga fábrica, que termina com uma degustação. É possível comprar ingressos com antecedência, no site oficial, ou na hora mesmo.

 

10 – Visitar o Museu Casa de Rembrandt (ou Het Rembrandthuis, em holandês), a casa em que o famoso pintor Rembrandt viveu entre os anos de 1636 e 1658. Em 1911, foi convertida em museu, mas mantendo as características principais da construção. A parte mais interessante da casa é a sala onde o artista costumava pintar suas obras. Para quem possui o I Amsterdam City Card, a entrada é gratuita. Mais informações no site oficial.

 

11 –  Comer no Foodhallen, o mercado fechado mais famoso de toda a Holanda. Lembra um pouco o Chelsea Market de Nova York e está situado no complexo De Hallen. Eu, particularmente, achei o ambiente é bem legal. Há diversas opções de comida, desde holandesa a oriental. No site oficial é possível ver tudo o que o mercado oferece.

 

12 – Fazer um bate-volta até Keukenhof, o maior jardim de flores do mundo. Na verdade, não está situado em Amsterdam, mas sim em Lisse, a sudoeste da cidade. Infelizmente, só fica aberto de março a maio, mas se estiver com viagem marcada durante este período, não deixe de visitar o Jardim da Europa. Falei tudo sobre a minha ida a Keukenhof nesse post.

 

13 – Comprar o melhor chocolate do mundo: Tony’s Chocolonely. Fui apresentada à essa marca por um amigo holandês e imediatamente a elegi como a minha favorita. O melhor sabor, para mim, é o salted caramel (embalagem laranja). Apenas provem! Em Amsterdam tem uma loja deles, mas é possível encontrar em qualquer supermercado.

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